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Religião: uma necessidade humana

Diego Venancio
3 anos atrás
O que significa religião? Por que podemos dizer que é uma necessidade humana? Existe uma religião verdadeira?


Muitos dizem que religião é algo que não se discute.

A verdade é que religião é algo inerente ao homem. Ou seja, se o homem existe, então existe, por consequência, a necessidade de uma divindade. Há uma necessidade de prestar contas. Há uma necessidade transcendental de explicar aquilo que não se explica naturalmente, ou até mesmo de explicar o natural.

O que é religião?

No terceiro domingo do mês de janeiro comemora-se o dia mundial da religião. Mas o que significa religião?

O termo foi cunhado no latim: religare. O sentido é de religar. Há bastante discussão entre etimólogos sobre o sentido real da palavra, mas esse sentido tem sido usado há bastante tempo. O termo “religião” encontra-se na língua portuguesa desde o século XIII.

O sentido mais usado para a palavra “religião”, esse de religar, é o mais coerente.

Religião na cosmovisão cristã

Na nossa visão evangélica, religião é a adoção de certos dogmas para a vida que estão presentes na Palavra de Deus. Nós os cumprimos para estarmos em consonância com a vontade de Deus para o homem.

De acordo com a cosmovisão cristã, Deus é o Criador de todas as coisas. Incluída nelas está a vida do homem com quem Deus deseja ter um relacionamento. Esse homem traiu a Deus, desobedecendo a Sua ordem de não comer do fruto da árvore do conhecimento do bem e do mal que ficava no centro do jardim do Éden.

Com a desobediência, entrou no mundo o pecado, que afeta o homem e todas as coisas criadas por Deus. O homem se distanciou de Deus, estando numa condição de morte espiritual.

Sendo Deus o Criador e Sustentador da vida do homem, ao traí-lO, o homem atentou contra a sua própria existência. O homem deveria ter deixado de existir nesse momento. Na verdade, espiritual e existencialmente falando, no sentido de cumprir verdadeiramente o propósito da sua existência, o homem morreu.

Em Gênesis 3, no entanto, lemos que Deus procurou o homem com quem havia firmado o pacto das obras.

“E chamou o SENHOR Deus ao homem e lhe perguntou: Onde estás?” (Gênesis 3.9)

O fato de Deus buscar o homem foi um ato de graça da parte dEle. O correto teria sido banir o homem para a inexistência – a não ser que Deus tivesse outro plano.

É exatamente isso que é revelado mais adiante em Gênesis 3.

“Porei inimizade entre ti e a mulher, entre a tua descendência e o seu descendente. Este te ferirá a cabeça, e tu lhe ferirás o calcanhar.” (Gênesis 3.15)

Religião, então, é ligar novamente o homem a Deus.

O plano de Deus

A Bíblia revela o plano de Deus de enviar o Seu próprio Filho para a salvação do homem. Esse plano é para que o homem saia da condição de perdido, morto espiritualmente, escravo dos pecados. É para que ele se torne filho por adoção.

Por causa da obra de Jesus Cristo, o homem terá a comunhão com Deus restaurada. Além disso, Deus prepara uma realidade onde os salvos viverão com Ele eternamente, não podendo pecar contra Deus novamente.

Religião no coração do homem

Contando-lhe tudo isso me trouxe à mente um texto.

“Diz o insensato no seu coração: Não há Deus. Corrompem-se e praticam abominação; já não há quem faça o bem.” (Salmo 14.1)

A Bíblia diz que é tolo todo aquele que nega a existência de Deus.

O sábio em Eclesiastes diz:

“Tudo fez Deus formoso no seu devido tempo; também pôs a eternidade no coração do homem, sem que este possa descobrir as obras que Deus fez desde o princípio até ao fim.” (Eclesiastes 3.11)

A afirmação, então, é que Deus inseriu a eternidade no coração do homem.

Todavia, para um coração sem a Verdade, tudo vira religião. Nós conseguimos observar essa necessidade no homem.

Na busca da divindade, sem a revelação especial de Deus, os homens transformam todo tipo de coisa em Deus. As coisas da natureza, personalidades e uma grande variedade de coisas são transformadas em divindades.

Em Atos 17, Paulo, falando aos atenienses, aponta a grande religiosidade deles.

“Então, Paulo, levantando-se no meio do Areópago, disse: Senhores atenienses! Em tudo vos vejo acentuadamente religiosos;

porque, passando e observando os objetos de vosso culto, encontrei também um altar no qual está inscrito: AO DEUS DESCONHECIDO. Pois esse que adorais sem conhecer é precisamente aquele que eu vos anuncio.” (Atos 17.22-23)

Se você continuar na leitura, verá que Paulo delimita a crença. De toda aquela crença, Paulo foi ensinar sobre o Deus desconhecido. Esse altar foi colocado caso os atenienses tivessem se esquecido de adorar alguma divindade, para não serem punidos por ela.

No entanto, não basta ter uma religião.

A verdadeira religião

No final do capítulo, Paulo explica qual é a verdadeira religião.

“Ora, não levou Deus em conta os tempos da ignorância; agora, porém, notifica aos homens que todos, em toda parte, se arrependam;

porquanto estabeleceu um dia em que há de julgar o mundo com justiça, por meio de um varão que destinou e acreditou diante de todos, ressuscitando-o dentre os mortos.” (Atos 17.30-31)

Só há uma Verdade. Só Jesus Cristo é a razão para a verdadeira religião.

Conclusão

Não é só porque você é religioso que está tudo resolvido com Deus. Deus quer ter comunhão, relacionamento com aqueles que foram salvos por Cristo. Essa salvação vem pelo entendimento do próprio pecado, pelo arrependimento e pelo receber de Jesus Cristo como o único Salvador. Esse Cristo é Aquele que foi morto e ressurreto no terceiro dia.

Quem depositar a sua fé em outra coisa ou pessoa senão esse Jesus Cristo será condenado no dia do julgamento. Portanto, arrependa-se e volte-se para Cristo.

“Quem nele crê não é julgado; o que não crê já está julgado, porquanto não crê no nome do unigênito Filho de Deus.” (João 3.18)

 

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