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Esperança: o maior bem, do maior mal

Diego Venancio
5 anos atrás
A pandemia não acaba. Temos governantes déspotas e juízes corruptos. Precisamos de esperança, mas onde encontrá-la? Histórias aparentemente trágicas mostram que Deus não perdeu a rédea das coisas e nos dão motivos para termos esperança.


Sem sombra de dúvida, a nossa maior necessidade hoje é de esperança. Palavras que animam, que motivam, que nos fazem bem sempre foram importantes, mas hoje se fazem necessárias.
A pandemia não acaba. Como se não bastasse, ainda temos governantes déspotas, temos um Supremo Tribunal Federal que governa e liberta inúmeros criminosos quando deveria ser apenas um guardião da constituição.
Qualquer pessoa em sã consciência observa esse cenário e conclui: “Não há esperança”.
Entretanto, como é bom ouvir alguém que diz: “Espere, há uma solução”, ou pelo menos “nem tudo está acabado; existe uma esperança”.
Ah! Nosso coração já se agarra a essa possibilidade e parece que ganhamos um fôlego extra para prosseguir.

A esperança em meio ao caos

Eu quero animá-lo, meu irmão. Quero lembrá-lo de algumas circunstâncias onde parecia que o caos estava instalado, mas daquele grande mal aparente, presente, viu-se surgir o maior bem, que trouxe grande luz e esperança para aquele momento e até para a posteridade.

Haja luz (no fim do túnel)

A primeira situação que quero mencionar é que Deus cria todas as coisas do nada.
No primeiro capítulo de Gênesis lemos:

“A terra, porém, estava sem forma e vazia; havia trevas sobre a face do abismo, e o Espírito de Deus pairava por sobre as águas.” (Gênesis 1.2)

O que Moisés quis dizer para nós é que o caos estava instaurado. A terra não possuía uma forma definida. Aparentemente, havia duas coisas: trevas e águas. As trevas estavam desordenadas e as águas também estavam agrupadas de modo que essas coisas geravam caos ali.
Contudo, prosseguindo em Gênesis 1, lemos:

“Disse Deus: Haja luz; e houve luz.
E viu Deus que a luz era boa; e fez separação entre a luz e as trevas.
Chamou Deus à luz Dia e às trevas, Noite. Houve tarde e manhã, o primeiro dia.” (Gênesis 1.3-5)

Deus ordena e a ordem se apresenta. As trevas, que estavam desordenadas ali no abismo, agora ganham um destaque numa parte do dia, porque Deus ordenou que houvesse luz. Deus não precisou ordenar que houvesse trevas, porque de algum modo que não é explicado no texto elas já existiam. Assim, no primeiro dia houve dia e noite.
O que quero dizer com isso é que Deus é expert em colocar em ordem algo que está em desordem. Não há falta ou limitação de poder no nosso Deus Criador. Ele tem poder para fazer tudo vir à existência do nada.
Logo, Ele deve ser a nossa esperança.

Esperança em meio ao pecado

Em Gênesis 3, logo após a Queda, surge esperança para o homem.

“Porei inimizade entre ti e a mulher, entre a tua descendência e o seu descendente. Este te ferirá a cabeça, e tu lhe ferirás o calcanhar.” (Gênesis 3.15)

O pecado deveria nos varrer para a inexistência. Traímos Aquele que criou e deu ordem a tudo. Trair o Ser todo-poderoso e eterno nos faria eternamente culpados. Todavia, logo uma palavra de esperança nos é apresentada. Alguém vai ferir a serpente que provocou a maior tragédia humana.

Esperança contra as leis naturais

Mais adiante na história, encontramos Abraão recebendo a promessa de que teria um filho. No capítulo 15 de Gênesis, Deus entra num pacto com Abraão, utilizando-Se de um rito conhecido naquela época. Deus passa entre as metades de animais cortados ao meio, empenhando Seu próprio nome neste pacto.
No entanto, Sara, esposa de Abrão, era estéril. Por que Deus havia de prometer um filho a um casal cuja mulher era estéril?
Ora, isso acontece com Sara, com Raquel, com a mãe de Sansão, com Ana e outras. Será que poderíamos inferir que tudo isso aponta para o modo miraculoso como o nosso Salvador nasceria, por intervenção divina, como no caso dessas mulheres?
O fato é que Sara concebeu, de maneira improvável, um filho na sua velhice. Abraão já tinha cem anos de idade. Esse filho se tornaria a semente para uma grande nação, de sangue, mas muito maior por causa dos filhos que viriam da fé. Uma esperança surgiu quando não havia mais nada.

A esperança com Moisés

Em Moisés a coisa também é dramática, a começar pelo seu nascimento. Perseguido pelo Faraó, nasceu às escondidas e foi criado pela filha de Faraó.
Depois de matar um egípcio, ele foge. Vai para a casa de seu sogro, Jetro, e fica lá por 40 anos até se encontrar com a sarça ardente. Já pensaram nisso? Ficar 40 anos num trabalho simples, esquecido? No entanto, desse homem já velho Deus ainda faz um grande libertador de Seu povo. Era uma libertação física, por assim dizer. Era necessário certo vigor. Entretanto, Deus certamente providenciou tudo isso.
Houve esperança para Moisés quando parecia algo perdido.

A esperança na vida de Jesus

O nascimento de Jesus também não foi algo fácil. Além de Sua concepção ser totalmente miraculosa, através do Espírito Santo, José e Maria tiveram que fugir para o Egito devido à perseguição imposta por Herodes.
Num ambiente hostil, Seu povo vivendo sob o Império Romano, numa vida pobre e rudimentar, Jesus vem ao mundo para libertar Seu povo dos seus pecados. Parece muito a história de Moisés, não é mesmo?

Deus atua nos momentos de dificuldade

Jesus é o nosso Salvador e nos libertou do maior dos nossos problemas: o pecado. Temos paz com Deus. Essa é a nossa maior alegria.
A nossa maior esperança é o retorno do nosso Redentor e Rei, Jesus.
É fato, porém, que ainda estamos passando nossos dias aqui. As intempéries da vida nos afligem. O que eu quis demonstrar para você, leitor, ao passar por essas histórias bíblicas, é que Deus é fiel aos Seus propósitos e Ele age no tempo oportuno, ainda que isso pareça demorado.
Deus não abandona o Seu povo, ainda que você possa achar que Ele deveria agir agora.
Uma coisa é certa: quando você observar a história completa, você vai dar total razão ao nosso Deus. Você vai se render à Sua sabedoria e providência.
Do maior mal aparente, Deus faz nascer o maior bem. Creia nisso!

 

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