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Spurgeon, o pregador das multidões

Marcelo Valim Carvalho
7 horas atrás
O peso do mundo e as dores do corpo poderiam calar sua voz? Conheça a história de um homem que enfrentou doenças e o abandono de amigos para pregar a milhões e mudar gerações. O segredo dessa força vai surpreender você!


Feche os olhos por um instante e, por um momento, imagine-se caminhando pela Londres vitoriana para ouvir o famoso pregador Charles Spurgeon. O dia é 7 de junho de 1891.

As ruas estão congestionadas por cavalos, carruagens e pedestres. O ar é pesado, frio e úmido, como resultado da atmosfera londrina. Você evita a lama acumulada das poças para não sujar a sua melhor roupa.

Você está a caminho do Tabernáculo Metropolitano, seguindo a multidão ansiosa. Apertado, entre os dedos, está o seu ingresso, conseguido com antecedência, a duras penas. Não cobram por ele, contudo, custou muita fila e tempo de espera.

O Tabernáculo Metropolitano

O tabernáculo é um edifício majestoso, magnífico. É enorme, tem 3 andares de galerias.

Como sempre, está com a sua capacidade máxima permitida, de 6 mil pessoas sentadas. Os que não conseguiram ingresso têm que se contentar com os 500 lugares em pé destinados aos não portadores de ingresso.

O jovem Spurgeon

Agora, vamos voltar meio século no tempo.

Agora vemos um jovem que caminha com não pouca dificuldade por uma forte nevasca. O frio é intenso e a neve pinta de branco os campos que o levam àquela pequena vila. Seus ossos parecem inflamados em razão da umidade.

Ao longe, ouve o som de uma voz de fala suave. O jovem entra na pequena capela para se abrigar do frio. Mas se mantém em pé no fundo da congregação. O pregador abre a Bíblia.

Sua conversão

Vem à mente daquele jovem coração de 15 anos de idade, a sua criação em um lar cristão. É uma lembrança agradável e doce. Contudo, seu espírito também carrega a amargura ressentida pelo próprio pecado. Ele traz consigo muitas dúvidas, muito próprias da sua idade.

O texto bíblico escolhido encontra-se no Antigo Testamento e diz o seguinte:

“Olhai para mim e sede salvos, vós, todos os limites da terra; porque eu sou Deus, e não há outro.” (Isaías 45:22)

Aquelas poucas palavras escritas são poderosas, pois podem salvar as nossas almas. O texto só pede uma coisa: olhe. É mais simples do que levantar um dedo. Não exige esforço, só uma decisão.

O jovem Spurgeon olhou para dentro de si mesmo e só viu trevas e desespero. Ele precisava desesperadamente de luz, pois só ela afasta as trevas e põe fim ao desespero.

“De novo, lhes falava Jesus, dizendo: Eu sou a luz do mundo; quem me segue não andará nas trevas; pelo contrário, terá a luz da vida.” (João 8:12)

Agora, Spurgeon olhou para Jesus e sua vida se iluminou.

A trajetória de Spurgeon

A partir dali, aquele jovem viria a se tornar um dos maiores pregadores da Palavra que o mundo já conheceu. Seu ministério floresceu, atraiu multidões por onde quer que passasse.

Deus o usou com poder e, além disso, ao longo de sua vida ministerial, criou 60 ministérios e obras de caridade, em boa parte mantidos com os royalties de seus livros. Fundou a Faculdade do Pastor, que, em sua homenagem, hoje se chama Faculdade Spurgeon. Criou 20 estações missionárias.

Agulhas de fogo

Mas, vamos voltar ao Tabernáculo Metropolitano.

Spurgeon sobe ao púlpito apoiando-se, pesadamente, no corrimão. Olho para ele. Não me parece um herói; parece mais um sobrevivente.

Embora a sua voz reflita a autoridade de suas convicções, cada palavra pronunciada por ele é uma vitória contra a agonia física que seu corpo suporta.

Eu jamais poderia supor, mas nesse momento estou ouvindo o último sermão de Charles Spurgeon.

Sua vida não é um conto de fadas. Ela lembra mais uma guerra de trincheiras.

As suas articulações estão inflamadas pela gota que se parece com agulhas de fogo atravessando os seus pés e joelhos. O reumatismo e a doença de Bright tentam, sem sucesso, afastá-lo do lugar onde ele é mais forte: seu púlpito.

O Vale das Sombras de Spurgeon

Contudo, a sua dor física é apenas uma parte do seu sofrimento. Das universidades da Alemanha chega à Inglaterra uma nova teologia que vem se espalhando por toda a Europa, chamada de “Crítica Superior”. Seus teólogos questionam, por sua vez, a confiabilidade das Escrituras, fazem uma interpretação mais livre e liberal dos ensinamentos ali contidos. Questionam, inclusive, a divindade de Cristo.

Spurgeon, porém, extremamente fiel às Escrituras, exigiu que a sua denominação tomasse uma posição firme a respeito. Esse posicionamento solicitado lhe foi negado.

Ele confessou à época:

“Meu coração está quebrado. Ainda há alguém que defenda o meu Jesus?

Oh, Senhor, me leve! Não consigo continuar.

Ainda assim, eu devo. Enquanto houver fôlego em mim, eu preciso.” (Charles Spurgeon)

Além disso, surgiu outro Charles pregando na Inglaterra. A pregação era baseada em seu livro “A Origem das Espécies”. O sobrenome desse outro Charles era Darwin.

O barril de pólvora para uma nova controvérsia estava criado. De um lado, um pregador famoso que falava de um Deus criador e, de outro, um “homem da ciência” afirmando que a nossa origem se deu ao acaso e como fruto da evolução. Coube à imprensa riscar o fósforo. Os articulistas não poupavam Spurgeon e as charges a seu respeito povoaram os jornais da época.

Mais sobre sua vida e seu último dia

Em suma, assistir ao documentário “Charles Spurgeon, o Pregador do Povo” na plataforma de streaming TEOmídia não é apenas aprender história; é uma experiência de cura para sua própria alma.

Com uma assinatura que custa menos de uma moedinha de 50 centavos por dia, você testemunhará como Deus usa pessoas quebradas para realizar obras magníficas, como fez com Spurgeon. Vivendo suas lutas, você encontrará coragem para enfrentar as suas próprias dores e traições. Vivendo suas conquistas, você encontrará motivos para viver a vida que Deus planejou para você.

Lições de Spurgeon

Portanto, a vida de Spurgeon nos deixa um desafio prático: você está disposto a, como ele, ser útil ao serviço do Mestre mesmo enfrentando as adversidades da vida? Ele pode ensinar a cada um de nós que o serviço a Deus é vida, paz e alegria, independentemente das circunstâncias. Não permita que as suas limitações o impeçam de servir.

Assim como Spurgeon, entenda que, se o Senhor lhe der um fardo, Ele carregará a parte mais pesada com você.

Portanto, aplique essa verdade hoje. Levante-se, busque ao Senhor e coloque seus dons à disposição do Reino!

* Na elaboração desse texto foram utilizadas ferramentas de inteligência artificial. O tema, diretrizes, propósitos, fontes e a maior parte da redação são do  próprio autor  que é o responsável pelo seu conteúdo.

 

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